Viscossuplementação da ATM em belo horizonte para dor dtm

Viscossuplementação da ATM: como funciona o tratamento com ácido hialurônico para dor, estalos e desgaste da articulação? [Guia Completo]

Dor na ATM, estalos ao abrir a boca, dificuldade para mastigar, sensação de pressão perto do ouvido ou sons diferentes durante os movimentos da mandíbula são queixas comuns em pacientes com DTM — Disfunção Temporomandibular.

Em alguns casos, o problema está principalmente nos músculos. Em outros, existem alterações dentro da própria articulação temporomandibular (ATM). E muitas vezes diferentes fatores aparecem juntos.

É justamente por isso que, quando um paciente procura a Clínica Odontológica Santé, em Belo Horizonte, querendo saber se precisa fazer viscossuplementação da ATM, nossa primeira preocupação não é realizar uma aplicação.

É entender:

Por que essa pessoa está sentindo dor? E de onde essa dor está vindo?

A viscossuplementação pode ser uma ferramenta importante quando existe indicação articular.

Mas ela faz parte de um tratamento que pode envolver também placa rígida, fisioterapia, controle do bruxismo, melhora do sono, mudanças comportamentais e, em alguns pacientes, acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico.

Porque tratar DTM é muito mais do que tratar apenas uma articulação.

Leia até o final: Você vai encontrar aqui um vídeo explicativo e um depoimento de quem já fez e o preço médio da viscossuplementação da ATM em BH.

O que é a ATM e por que ela pode doer?

ATM significa articulação temporomandibular.

atm com desgaste e dor

Temos uma de cada lado da face, aproximadamente à frente dos ouvidos. Elas conectam a mandíbula ao crânio e participam de movimentos que fazemos o tempo todo, como falar, mastigar, bocejar e abrir e fechar a boca.

Dentro da articulação existe também o disco articular, uma estrutura importante para que a mandíbula consiga se movimentar de forma adequada.

Quando existe algum problema nesse sistema, podem aparecer sintomas como:

  • dor perto do ouvido ou na região da ATM;
  • dor para mastigar;
  • estalos e outros sons articulares;
  • sensação de pressão;
  • dificuldade para abrir a boca;
  • travamentos;
  • limitação dos movimentos da mandíbula.

Mas é importante entender que ATM e DTM não são a mesma coisa.

ATM é a articulação.

DTM é o nome dado a um conjunto de condições que podem envolver a articulação, os músculos da mastigação e outras estruturas relacionadas.

Por isso, duas pessoas que dizem ter “dor na ATM” podem ter problemas completamente diferentes.

Estalos e outros sons na ATM significam desgaste?

Não necessariamente.

O estalo na ATM é muito comum e pode estar relacionado, por exemplo, ao movimento e ao posicionamento do disco articular.

Existe também outro tipo de som, chamado crepitação, que alguns pacientes descrevem como sensação de areia, raspagem ou trituração durante o movimento da mandíbula.

A crepitação pode aparecer associada a alterações degenerativas da articulação, mas nem o estalo nem a crepitação, sozinhos, fecham um diagnóstico.

Som articular precisa ser interpretado junto com a presença de dor, a função da mandíbula, o exame clínico e, quando necessário, os exames de imagem.

O que significa ter desgaste na ATM?

Quando falamos popularmente em “desgaste da ATM”, geralmente estamos nos referindo a algum tipo de alteração degenerativa da articulação.

Dependendo do quadro, podem aparecer alterações no disco e também nas estruturas ósseas, como erosões, achatamentos, osteófitos e remodelações da cabeça da mandíbula e das superfícies articulares.

Atm dor papagaio

Estudos científicos mostram que essas alterações podem estar associadas a dor, limitação dos movimentos e alterações na função.

Mas existe um ponto fundamental:

nem toda alteração encontrada em um exame significa que o paciente terá muita dor.

Existem pessoas com alterações importantes nas imagens e poucos sintomas. E também existem pacientes com muita dor sem alterações estruturais proporcionais.

Por isso, não tratamos uma tomografia ou uma ressonância. Tratamos o paciente.

Problemas na ATM podem evoluir e precisar de cirurgia?

Podem, mas isso acontece em uma parcela pequena dos pacientes com DTM.

Alterações articulares mais avançadas podem evoluir e, em situações específicas, algum tipo de tratamento cirúrgico, como a artrocentese, pode ser necessário.

Mas isso não deve ser motivo para alarmismo.

Estudos realizados em serviços especializados mostram que a grande maioria dos pacientes com DTM não necessita de cirurgia.

Normalmente, o tratamento começa por abordagens conservadoras e individualizadas.

O mais importante é identificar corretamente o problema, acompanhar sua evolução e intervir quando realmente existir indicação.

O que é viscossuplementação da ATM?

A viscossuplementação da ATM é a aplicação de uma substância à base de hialuronato de sódio, relacionado ao ácido hialurônico, diretamente dentro da articulação.

Uma maneira simples de entender é imaginar a dobradiça de uma porta que perdeu aquele movimento suave. Quando colocamos um lubrificante, ela passa a deslizar com mais facilidade e menor atrito.

A ideia da viscossuplementação é semelhante.

viscossuplementacao acido hialuronico ATM e DTM

O ácido hialurônico ajuda a melhorar as propriedades do líquido sinovial, que é o líquido natural responsável pela lubrificação da articulação. Com isso, pode favorecer o movimento e contribuir para redução da dor e melhora da função da mandíbula.

Mas o efeito não parece se resumir a uma “lubrificação temporária”.

Estudos científicos também descrevem que o hialuronato pode estimular a produção natural de ácido hialurônico pelas próprias células da articulação, ajudando a melhorar as propriedades do líquido sinovial.

Ou seja, o objetivo vai além de simplesmente “colocar um lubrificante dentro da ATM”.

Para quem a viscossuplementação da ATM é indicada?

A viscossuplementação pode fazer parte do tratamento de determinadas alterações dentro da ATM.

Para decidir se existe indicação, avaliamos fatores como:

  • presença e característica da dor;
  • limitação dos movimentos;
  • alterações na função;
  • sinais de processo degenerativo;
  • exame clínico;
  • resposta a tratamentos anteriores;
  • achados em ressonância magnética e/ou tomografia, quando esses exames são necessários.

Isso significa que simplesmente ter dor ou um estalo não é suficiente para determinar a necessidade do procedimento.

A indicação nasce do diagnóstico completo, que vai além da dor. 

Ter estalo na ATM significa que preciso fazer viscossuplementação?

Não.

Uma pessoa pode apresentar estalos durante anos, viver normalmente e nunca precisar de uma aplicação dentro da articulação.

Precisamos entender se existe dor, limitação, travamento, alteração funcional, crepitação ou sinais de alguma alteração articular.

O mesmo vale para um exame de imagem.

Encontrar uma alteração na ressonância ou na tomografia não significa automaticamente que aquele paciente precisa receber ácido hialurônico.

Sintomas + exame clínico + função + exames complementares precisam conversar entre si.

Como saber se minha dor vem realmente da ATM?

Essa é uma das partes mais importantes do tratamento.

Na Santé, a investigação começa pela história do paciente e pelo exame clínico.

Avaliamos os movimentos da mandíbula, abertura da boca, possíveis limitações e os sons articulares.

Também realizamos a palpação da ATM e dos músculos relacionados à mastigação, procurando identificar quais regiões reproduzem a dor que o paciente sente.

E olhamos além da boca.

Cefaleia, dor facial, cervicalgia, dores nos ombros, dificuldade para abrir a boca, travamentos e apertamento dos dentes também fazem parte dessa investigação.

Depois do exame clínico, quando necessário, entram os exames de imagem.

Para que serve a ressonância magnética da ATM?

A ressonância magnética da ATM é especialmente importante quando queremos estudar o disco articular e os tecidos moles.

Ela pode ajudar a identificar, por exemplo:

  • a posição do disco;
  • deslocamentos do disco;
  • alterações dentro da articulação;
  • mudanças que não aparecem adequadamente em uma radiografia convencional.

Por isso, em determinados pacientes com dor, travamentos ou suspeita de alterações internas da articulação, a ressonância da ATM pode ser muito importante para complementar o diagnóstico.

Para que serve a tomografia da ATM?

Enquanto a ressonância fornece informações importantes sobre disco e tecidos moles, a tomografia da ATM é especialmente útil para analisar as estruturas ósseas.

Ela pode mostrar alterações como erosões, osteófitos, achatamentos, escleroses e remodelações ósseas.

Essas informações ajudam a entender se existem alterações degenerativas da ATM e qual é a extensão dessas mudanças.

Ressonância ou tomografia da ATM: qual é melhor?

Na verdade, elas respondem perguntas diferentes.

De maneira bastante simples:

Ressonância magnética → disco e tecidos moles.

Tomografia → estruturas ósseas.

Em alguns pacientes, apenas um desses exames será necessário.

Em outros, ressonância e tomografia podem fornecer informações complementares.

Por isso, não existe a ideia de pedir exames indiscriminadamente para todo paciente com DTM.

Primeiro vem a avaliação clínica.

Depois decidimos quais informações adicionais realmente precisamos.

Ressonância atm e tomografia atm

Por que investigamos ansiedade, estresse e bruxismo?

Porque a articulação não está desconectada do restante do paciente.

Principalmente nos quadros de dor que persiste por muitos anos ou que não melhora com tratamentos anteriores, fatores emocionais e comportamentais podem ter uma participação importante.

Na avaliação da Santé, investigamos estresse no trabalho e em casa, aspectos emocionais e até se existe acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra.

Isso não significa dizer:

“Essa dor é psicológica.”

A dor é real e podem existir alterações físicas nos músculos, dentes e ATM.

Mas estresse, ansiedade, atividade muscular e percepção da dor podem interagir.

Um exemplo importante é o bruxismo em vigília.

Muitas pessoas passam longos períodos trabalhando, dirigindo ou concentradas mantendo a mandíbula tensionada ou os dentes apertados sem perceber.

Se esse fator continuar presente, tratar somente a articulação pode não ser suficiente.

Sertralina e outros medicamentos antidepressivos podem aumentar o bruxismo?

Podem, em algumas pessoas.

Uma das explicações estudadas é que alterações na atividade da serotonina e da dopamina podem aumentar a atividade da musculatura da mandíbula, favorecendo apertamento e ranger dos dentes.

A sertralina faz parte dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), mas não é a única. Estudos também descrevem associação com medicamentos como escitalopram, fluoxetina, paroxetina, citalopram, venlafaxina e duloxetina. 

Quando o bruxismo começa ou piora após o início da sertralina ou de outro antidepressivo, o psiquiatra pode avaliar ajustes no tratamento.

Um exemplo é a buspirona, que pode ser associada à sertralina pelo médico em determinados casos para ajudar a controlar o bruxismo relacionado ao antidepressivo, sem simplesmente abandonar o tratamento necessário para ansiedade ou depressão. Essa estratégia aparece descrita na literatura médica, embora não seja indicada automaticamente para todos os pacientes. 

Importante: nem todo paciente que usa antidepressivo terá piora do bruxismo.

E nenhuma medicação deve ser suspensa, trocada ou associada sem orientação médica.

Esse é mais um exemplo de como o tratamento da DTM pode exigir integração entre odontologia e psiquiatria.

Qual é a relação entre sono, bruxismo e DTM?

O sono também faz parte da nossa investigação.

Perguntamos se o paciente dorme bem, acorda durante a noite, tem dificuldade para iniciar o sono, acorda com dor de cabeça ou musculatura dolorida e se apresenta sonolência durante o dia.

Também existem situações em que ronco, suspeita de apneia obstrutiva do sono ou alterações respiratórias precisam ser investigados.

Estudos científicos demonstram associação entre DTM e pior qualidade do sono, embora a relação entre sono, bruxismo, apneia e dor seja complexa e não possa ser explicada por uma única causa.

Como é feita a viscossuplementação da ATM?

A viscossuplementação é realizada no consultório odontológico, em ambiente ambulatorial.

Ou seja, não se trata de uma cirurgia e não exije internação hospitalar.

Após o diagnóstico e o planejamento, o profissional realiza a aplicação dentro da ATM e o paciente recebe todas as orientações para aquele período.

Na Santé, optamos pela realização do procedimento por profissional da área de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, devido à experiência desse especialista com a anatomia da ATM e procedimentos nesta região.

E existe um detalhe importante no nosso protocolo:

sempre que possível, orientamos que a fisioterapia seja realizada no mesmo dia da aplicação ou no dia seguinte, com um trabalho direcionado aos movimentos articulares.

A proposta é não pensar apenas na substância aplicada, mas aproveitar esse período para trabalhar também mobilidade e função da articulação.

Essa associação entre viscossuplementação e fisioterapia também aparece descrita em trabalhos científicos sobre ATM.

Assista a explicação de como funciona:

Viscossuplementação da ATM dói?

Por envolver uma aplicação na articulação, pode ocorrer um pequeno desconforto ou sensação de pressão na região durante e após o procedimento.

A viscossuplementação é um procedimento ambulatorial, pouco invasivo e de recuperação rápida.

O paciente é liberado no mesmo dia e, normalmente, retoma suas atividades no dia seguinte.

Nas primeiras horas pode existir alguma sensibilidade local, mas o pós-procedimento tende a ser tranquilo.

Sempre que possível, orientamos inclusive fisioterapia no mesmo dia ou no dia seguinte, trabalhando de forma direcionada a mobilidade da articulação.

dificuldade de abrir a boca ATM

Quais produtos são utilizados na viscossuplementação da ATM?

Existem diferentes produtos e protocolos com hialuronato de sódio.

Na Santé, nosso protocolo habitual é composto por quatro aplicações, com alternância entre Polireumin® e Osteonil®: duas aplicações de cada produto.

A sequência pode mudar, mas um protocolo muito utilizado é:

1ª aplicação: Polireumin®
2ª aplicação: Osteonil®
3ª aplicação: Polireumin®
4ª aplicação: Osteonil®

Essa alternância entre hialuronatos com características e pesos moleculares diferentes não é uma escolha aleatória. É um protocolo já estudado cientificamente para alterações dentro da ATM.

Além de melhorar as propriedades do líquido sinovial — o lubrificante natural da articulação —, o hialuronato de sódio pode favorecer a produção natural de ácido hialurônico pelas próprias células da membrana sinovial.

Por isso, o efeito buscado vai além de simplesmente “colocar um lubrificante dentro da ATM”.

Quantas aplicações de viscossuplementação são feitas na Santé?

Como explicamos anteriormente, um dos protocolos utilizados na Santé é composto por quatro aplicações, alternando Polireumin® e Osteonil®, geralmente com intervalos entre 7 e 15 dias. Mas ele pode mudar de paciente para paciente.

A literatura científica apresenta também outros protocolos, com variações no número de aplicações, nos intervalos e nos produtos utilizados.

Ao longo desse período, o paciente continua sendo acompanhado e reavaliado.

E, sempre que possível, associamos as sessões ao trabalho fisioterapêutico próximo à aplicação, especialmente voltado à mobilidade e aos movimentos articulares.

Quanto tempo dura o efeito da viscossuplementação da ATM?

Não existe uma resposta única.

É importante diferenciar quanto tempo o produto permanece dentro da articulação de quanto tempo os benefícios do tratamento podem permanecer.

São coisas diferentes.

O benefício não parece depender apenas da presença física do hialuronato. Seus efeitos sobre o ambiente da articulação e sobre a produção natural de ácido hialurônico ajudam a explicar por que algumas pessoas podem perceber melhora por um período maior.

A duração da resposta depende de fatores como diagnóstico, condição da articulação, componente muscular, hábitos, bruxismo, estresse, sono e continuidade do tratamento.

Por isso, não prometemos um número exato de meses para todos.

E o próximo tópico ajuda a entender melhor o motivo.

A viscossuplementação resolve a DTM sozinha?

Não.

Imagine uma pessoa com uma alteração articular confirmada, mas que também apresenta bruxismo em vigília, musculatura mastigatória sobrecarregada, cervicalgia, ansiedade, não adere ao uso da placa de bruxismo, saúde mental desequilibrada, sono ruim e estresse elevado.

Podemos melhorar o ambiente da articulação.

Mas, se os fatores que continuam sobrecarregando todo esse sistema permanecerem iguais, estaremos tratando apenas uma parte do problema.

Por isso, na Santé, a viscossuplementação é uma ferramenta dentro do tratamento, e não uma promessa de cura isolada ou de resultado com duração igual para todos.

Por que associamos fisioterapia à viscossuplementação?

Porque nosso objetivo não é somente melhorar o ambiente dentro da articulação.

Queremos também recuperar movimento e função.

Por isso, sempre que possível, o paciente realiza fisioterapia no mesmo dia ou no dia seguinte à aplicação, direcionada aos movimentos articulares e às necessidades identificadas durante sua avaliação.

Além desse trabalho próximo às aplicações, pacientes com cervicalgia, dor muscular ou alterações funcionais podem precisar de um acompanhamento fisioterapêutico mais amplo.

Essa visão integrada também encontra respaldo na literatura, com protocolos que associam aplicações de hialuronato à fisioterapia.

fisioterapia ATM e viscossuplementacao

E a placa para bruxismo?

Quando existe indicação, a placa também pode fazer parte do tratamento.

Na Santé utilizamos placas rígidas e individualizadas, produzidas em fluxo digital, com escaneamento e planejamento que permitem alta precisão de adaptação e ajustes mais controlados.

Mas a placa não é o único tratamento para toda DTM.

Um paciente pode precisar prioritariamente de fisioterapia.

Outro pode precisar de placa.

Outro pode apresentar uma alteração articular com indicação para viscossuplementação.

E outro pode precisar de uma combinação dessas abordagens.

Quem determina o tratamento é o diagnóstico.

viscossuplementação da atm e placa de bruxismo

Psicólogo ou psiquiatra podem fazer parte do tratamento da DTM?

Sim.

Principalmente nos pacientes com ansiedade importante, estresse elevado, depressão ou quadros de dor persistente e refratária, esse acompanhamento pode ser fundamental.

É comum recebermos pacientes que dizem:

“Já fiz vários tratamentos e a dor sempre volta.”

Nesses casos, precisamos olhar além da articulação.

Não tratamos uma mandíbula desconectada do restante da pessoa.

Como funciona a avaliação de DTM na Santé?

Primeiro, queremos ouvir.

Queremos entender quando a dor começou, como ela se comporta e como interfere na vida do paciente.

Investigamos dor, cefaleia, cervicalgia, musculatura, sons articulares, travamentos, abertura da boca, apertamento, bruxismo em vigília, medicamentos, rotina, estresse, ansiedade e qualidade do sono.

Depois realizamos o exame clínico da ATM e da musculatura, incluindo palpação e avaliação dos movimentos da mandíbula.

Quando existe indicação, utilizamos exames complementares.

A ressonância magnética nos ajuda principalmente a estudar o disco e os tecidos moles.

A tomografia acrescenta informações importantes sobre as estruturas ósseas.

E somente depois de reunir essas informações construímos o plano.

O tratamento nasce do diagnóstico. Não o diagnóstico do tratamento que queremos realizar.

Viscossuplementação da ATM em Belo Horizonte

Na Clínica Odontológica Santé, em Belo Horizonte, a viscossuplementação da ATM faz parte de uma abordagem integrada para pacientes com DTM e alterações articulares quando existe indicação.

Nosso protocolo habitual envolve aplicações, alternando Polireumin® e Osteonil®, com acompanhamento da evolução do paciente.

Sempre que possível, associamos também a fisioterapia no mesmo dia ou no dia seguinte às aplicações, direcionada à movimentação e função articular.

Mas o tratamento não termina aí.

Conforme o diagnóstico, podem fazer parte do planejamento placa rígida, fisioterapia, controle do bruxismo em vigília, mudanças comportamentais, cuidados com o sono e acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico.

Nosso objetivo não é simplesmente aplicar ácido hialurônico.

É entender por que aquele paciente sente dor, quais estruturas estão envolvidas e quais fatores continuam mantendo o problema.

Porque tratar uma imagem de ressonância ou tomografia não é o objetivo final.

O objetivo é devolver função, conforto e qualidade de vida.

Depoimento de quem fez tratamento para DTM e viscossuplementação da ATM na Santé, assista:

Qual o valor da viscossuplementação da ATM em Belo Horizonte?

O preço da viscossuplementação da ATM (Articulação Temporomandibular) pode variar conforme a necessidade de cada paciente, a avaliação do caso e os materiais utilizados. Em média, o valor da viscossuplementação da ATM custa entre R$ 1.000 e R$ 2.500 por aplicação.

É importante entender que a viscossuplementação com ácido hialurônico na ATM normalmente faz parte de um plano de tratamento para DTM (Disfunção Temporomandibular), e raramente é indicada como um procedimento isolado.

Antes de definir o valor final do tratamento, é necessária uma avaliação especializada da ATM em Belo Horizonte, considerando fatores como:

✅ Exame clínico detalhado da articulação e dos músculos da mastigação;
✅ Avaliação dos movimentos da mandíbula;
✅ Exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética da ATM quando indicados;
✅ Uso de placa rígida para controle de sobrecarga articular, quando necessário;
✅ Fisioterapia especializada em DTM;
✅ Acompanhamento multidisciplinar conforme a necessidade do paciente.

O investimento também pode variar de acordo com o tipo de ácido hialurônico utilizado, a técnica aplicada e a experiência do profissional habilitado, como cirurgião-dentista especialista em DTM e Dor Orofacial ou cirurgião bucomaxilofacial.

Na Santé, em Belo Horizonte – MG, a avaliação da ATM é realizada de forma individualizada, buscando entender a causa da dor, dos estalos, limitações de abertura da boca ou outros sintomas relacionados à articulação temporomandibular, para indicar o tratamento mais adequado para cada caso.

Se você procura informações sobre viscossuplementação da ATM em BH, valor do ácido hialurônico na ATM, tratamento para DTM em Belo Horizonte ou especialista em ATM, uma avaliação personalizada é o primeiro passo.

Onde estamos:

📍 Clínica Odontológica Santé

Rua Martim de Carvalho, 723 – sala 603 – próximo ao cruzamento das avenidas Amazonas com Contorno.

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Perguntas frequentes sobre viscossuplementação da ATM

1. O que é viscossuplementação da ATM?

É a aplicação de hialuronato de sódio dentro da articulação temporomandibular. Em pacientes corretamente selecionados, pode ajudar a reduzir a dor e melhorar a função da mandíbula.

2. Para que serve o ácido hialurônico na ATM?

Ele ajuda a melhorar a lubrificação e o deslizamento da articulação. Estudos também mostram que pode favorecer a produção natural de ácido hialurônico pelo próprio organismo.

3. Viscossuplementação da ATM dói?

Pode existir algum desconforto ou sensação de pressão durante e após a aplicação, mas é um procedimento ambulatorial, realizado no consultório odontológico e geralmente bem tolerado.

4. Quantas aplicações são feitas na Santé?

Um dos protocolos habituais da Santé possui quatro aplicações: duas de Polireumin® e duas de Osteonil®, realizadas de forma alternada, geralmente com intervalos entre 7 e 15 dias.

5. Por que são utilizados Polireumin® e Osteonil®?

São produtos à base de hialuronato de sódio, com características e pesos moleculares diferentes. A utilização alternada desses produtos já foi estudada em protocolos de viscossuplementação da ATM.

6. Quanto tempo dura o efeito da viscossuplementação?

A resposta varia. O benefício pode permanecer por meses em alguns pacientes, mas não existe um prazo igual para todos.

7. Quem tem estalo na ATM precisa fazer viscossuplementação?

Não. O estalo sozinho não determina a necessidade do procedimento. Dor, função, exame clínico e, quando necessários, exames de imagem precisam ser considerados.

8. O que é aquele som de areia ou raspagem na ATM?

Esse som pode ser chamado de crepitação e pode estar associado a alterações degenerativas. Mas o som sozinho não permite fazer um diagnóstico.

9. Viscossuplementação serve para desgaste da ATM?

Pode fazer parte do tratamento de determinados quadros articulares e degenerativos, mas encontrar desgaste em um exame não significa automaticamente precisar de viscossuplementação.

10. Ressonância ou tomografia: qual exame mostra melhor a ATM?

Eles mostram coisas diferentes.

A ressonância é especialmente importante para o disco e tecidos moles; a tomografia, para as estruturas ósseas. Em alguns casos, os exames são complementares.

11. Preciso fazer ressonância antes da viscossuplementação?

Não existe uma regra igual para todos. A necessidade de ressonância, tomografia ou outros exames depende da avaliação clínica e daquilo que precisa ser investigado.

12. Quem tem desgaste na ATM vai precisar de cirurgia?

Na maioria das vezes, não. A maior parte dos pacientes com DTM é tratada sem cirurgia. Procedimentos cirúrgicos ficam reservados para situações específicas e representam a minoria dos casos.

13. Preciso fazer fisioterapia junto com a viscossuplementação?

Na Santé, sempre que possível, orientamos fisioterapia no mesmo dia ou no dia seguinte à aplicação, principalmente para trabalhar movimento e função articular.

Dependendo do quadro, o acompanhamento fisioterapêutico pode continuar por mais tempo.

14. Viscossuplementação cura a DTM?

Não deve ser apresentada como uma cura universal.

A DTM pode envolver vários fatores, e a viscossuplementação atua principalmente sobre o componente articular quando existe indicação.

15. Quem faz a aplicação de ácido hialurônico na ATM?

O procedimento deve ser realizado por profissional habilitado e capacitado para procedimentos dentro da articulação.

Na Santé, optamos pela realização por especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

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Tenho dor ou estalos na ATM. Como saber se preciso de viscossuplementação?

Se você sente dor perto do ouvido, estalos acompanhados de dor, sons de raspagem, dificuldade para mastigar, travamentos ou limitação para abrir a boca, o primeiro passo não deveria ser escolher um procedimento.

Deveria ser descobrir o que está acontecendo e qual é a origem dos sintomas.

Na Santé, em Belo Horizonte, a avaliação de DTM considera articulação, músculos, região cervical, hábitos, medicamentos, sono, rotina e fatores emocionais.

Quando necessário, ressonância magnética e tomografia da ATM complementam essa investigação.

Se existir indicação articular, a viscossuplementação pode fazer parte do tratamento, dentro do protocolo de aplicações e de uma abordagem integrada.

Porque tratar DTM não é simplesmente tratar uma articulação. É entender o paciente como um todo para devolver função, conforto e qualidade de vida.

Sobre o autor

Dr. Roberto Gamarano
Cirurgião-dentista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Especialista em Prótese e Reabilitação Oral, com pós-graduação em Cirurgia Oral Menor, Prótese sobre Implante e Distúrbios da Articulação Temporomandibular (DTM).

Sócio proprietário e Diretor Clínico da Clínica Odontológica Santé, em Belo Horizonte, atua com foco em diagnóstico, planejamento e reabilitação oral, buscando integrar diferentes áreas da odontologia para oferecer tratamentos individualizados e baseados nas necessidades de cada paciente.

Conteúdo escrito e revisado por Dr. Roberto Gamarano.

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